terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Participação dos Leigos na Missão

“Todos somos chamados a anunciar a Boa Nova aos pobres mais abandonados de acordo com a inspiração de Santo Afonso de Ligório. A cooperação entre Redentoristas e leigos não é uma busca de “auxiliares” para remediar a diminuição do número dos congregados, nem uma reivindicação de direitos por parte de um laicato negligenciado por muito tempo. O ministério leigo está enraizado numa renovada apreciação da vocação cristã assumida no batismo e, como tal, não é mais uma exceção, mas antes a regra, pelo menos na maioria dos 77 países onde a nossa Congregação trabalha. Mais ainda, creio que a questão não é simplesmente como o laicato pode ser habilitado para trabalhar na pastoral no terceiro milênio do Cristianismo; é também que significado pode ter a vida consagrada numa Igreja na qual o laicato tem um papel cada vez mais proeminente. O Concílio Vaticano II não só ressalta o valor da vocação leiga, mas também fala da vida consagrada como um modo de vida que é essencial para a Igreja. O diálogo entre os Redentoristas e os leigos deve ajudar os congregados a entender melhor sua própria vocação.”

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